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Avatar de Gustavo José Zambrano

Excelente distinção, você tocou no ponto nevrálgico: o desafio não é recuperar vetor, é a capacidade de decidir e inferir causalidade. Essa carência de raciocínio causal nos modelos atuais é fascinante. Refleti sobre esse limite de inferência estatística aqui: https://gzambrano.substack.com/p/o-fantasma-de-hume-na-maquina

Avatar de Lin X

O texto é bem didático, mas há dois pontos que merecem ser revistos. O primeiro é que se o agente opta por não consultar a base externa, volta a depender do conhecimento paramétrico do LLM. Pular a recuperação reintroduz o problema original e o RAG existe exatamente para evitar esse risco.

O outro detalhe é que o diferencial do Agentic RAG é a iteração: reflection, replanejamento e novas buscas baseadas em lacunas. Orquestrar ferramentas não é agência.

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